CENTRO SOCIAL


 

Centro Social da Freguesia de Valadares


O centro social da freguesia de valadares constituiu-se como Associação Cultural e Recreativa por escritura de 30 de Abril de 1981, outorgada no Cartório Notarial de São Pedro do Sul.

O objectivo era promover a animação cultural e recreativa das nossas gentes, era divulgar os nossos valores, era contribuir para uma melhoria na qualidade de vida da nossa comunidade.

Na sua secção cultural nasceu um grupo de danças e cantares, que é hoje denominado de Grupo de Danças e Cantares da Serra da Gravia;

No mesmo âmbito nasceu o Jornal/revista Ecos da Gravia, que é hoje um órgão de informação lido na região e por muitos dos nossos emigrantes um pouco por todo o mundo.

De eventos desportivos destacamos os jogos tradicionais realizados em parceria com o Inatel e o atletismo que, durante alguns anos, reuniu nas nossas ruas e caminhos muitas dezenas de pessoas, praticantes deste desporto.

De então para cá, através dos anos, Valadares foi palco de muitas coisas bonitas e interessantes: da música ao teatro, da dança ao desporto, dos jogos de entretenimento, das jornadas de convívio, das viagens, das palestras de formação, da aprendizagem contínua através da Educação de Adultos, etc. etc..

Ao longo dos anos sempre fez parte do objecto social da Associação e sempre foi preocupação das várias Direcções a luta pela melhoria das condições de vida dos habitantes.

Daí nasceu A Feira da Laranja, iniciativa que conta já várias edições e que pretende ajudar os agricultores e os artesãos a escoar os produtos da terra, nos quais se incluem os citrinos, que pela sua qualidade, dão nome a Valadares.

Com o envelhecimento da população e a fuga ao trabalho agrícola aumentaram as situações de carência e isolamento, sobretudo nos idosos, havendo vários casos em que não há qualquer retaguarda familiar.

Esta nova realidade determinou a necessidade de transformação desta Associação numa IPSS, com alteração dos seus estatutos por escritura de 3 de Março de 2000, estando os mesmos registados sob o nº 24/01, a fls. 135 vº do livro nº 8 das Associações de Solidariedade Social, conforme publicação no DR nº 76, 3ª Série, de 30 de Março de 2001.

Em 18 de Maio de 2001 foi feita a caracterização social da freguesia, que apontava para a necessidade de um Centro de Dia, Apoio Domiciliário e ATL para 10, 50 e 20 utentes, respectivamente.

Feita a adaptação de parte das instalações para funcionamento de uma cozinha e lavandaria, em 1 de Junho de 2005 arrancava o Apoio Domiciliário com 20 utentes, resultante da aprovação do projecto Minha Casinha meu lar,no âmbito do PAII (Programa de Apoio Integrado a Idosos).

Um mês depois, em 1 de Julho de 2005, o Centro Social passou a dar apoio a mais 10 utentes, no âmbito de acordo com a Segurança Social.

As necessidades da população determinaram a necessidade de apoiar sempre um número muito maior de utentes do que os que estavam contemplados nos acordos.

Hoje o Centro Social apoia 49 utentes e é apoiado apenas quanto a 24 deles.

Só graças ao trabalho da Associação, na sua vertente cultural e recreativa e ao apoio da população tem sido possível minorar o problema financeiro.

Projectos? Sonhos?

As instalações onde trabalhamos são provisórias. Necessitam, urgentemente, de serem reformuladas. Um projecto de raiz é uma necessidade. Novos desafios se nos colocam em cada dia que passa. Cumpre-nos, enquanto Associação, olhar o futuro com esperança acreditando que será possível.

ASSOCIATIVISMO